UMA SOCIOLOGIA DA APOCALÍPTICA NO JUDAÍSMO ENTRE OS SÉCULOS III E II A.C.

Autores

  • Jorge Martins

Palavras-chave:

apocalíptica, manticismo, judaísmo

Resumo

O artigo objetiva estudar a origem, a natureza e o desenvolvimento da escatologia e da apocalíptica no judaísmo pós-exílico durante os séculos III e II a.C a partir da sociologia da religião. Tem como referencial teórico a teoria do manticismo, teoria desenvolvida pelo trabalho de Philips R. Davies. Como método de abordagem utiliza-se o método dedutivo, pelo qual é possível a partir das principais teorias apresentadas analisar cada uma dentro de seu próprio ethos. Além deste, utiliza-se como método de procedimento o método comparativo. Pelo qual através do entrelaçamento das teorias abordadas permite-se vislumbrar a evolução que os dois fenômenos sofreram na história religiosa do Antigo Israel e do judaísmo. A partir deste quadro referencial teórico é verificado que diversas experiências contribuíram para a formação de um quadro visionário abrangente da história com vistas a um posicionamento político-religioso diante das novas e diversas situações que circundavam judaísmo durante o período helenístico. Além disso, foi possível identificar a origem destes pensamentos através de uma confluência de acontecimentos e elementos de outras religiões, do que apenas um fenômeno estritamente judaico.

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Como Citar

Martins, J. (2016). UMA SOCIOLOGIA DA APOCALÍPTICA NO JUDAÍSMO ENTRE OS SÉCULOS III E II A.C. Último Andar, (28), 226–236. Recuperado de https://revistas.pucsp.br/index.php/ultimoandar/article/view/29749

Edição

Seção

Artigo