A igreja como espaço de pertencimento e cuidado: uma leitura teológico-sociológica da modernidade líquida

Autores

DOI:

https://doi.org/10.23925/ua.v29i47.e74240

Palavras-chave:

Acolhimento, modernidade

Resumo

As transformações sociais, culturais e espirituais da contemporaneidade desafiam o papel histórico da igreja como espaço de sentido, identidade e pertencimento. Em uma sociedade marcada pela fluidez, aceleração e fragmentação, descrita por Zygmunt Bauman, os vínculos humanos tornaram-se frágeis e as instituições perderam parte de seu poder estruturante. Nesse contexto, o pertencimento, necessidade essencial do ser humano, tornou-se escasso. A religião, antes referência de estabilidade e direção, enfrenta agora o desafio de oferecer sentido diante da pluralização e da secularização. O artigo propõe refletir sobre como a igreja pode responder teológica e pastoralmente a essa crise de pertencimento. Com base em Berger e Bauman, defende-se que a igreja pode continuar relevante se viver sua vocação como “comunidade do cuidado”, conceito de Jorge Henrique Barro, promovendo amor, edificação e acolhimento mútuo, tornando-se, assim, um espaço de comunhão autêntica em meio à modernidade líquida.

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Biografia do Autor

Alex da Silva Nascimento, Faculdade Teológica Sul-Americana

Mestrando em Teologia na Faculdade Teológica Sul-Americana (FTSA)

Referências

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Publicado

2026-06-04

Como Citar

Nascimento, A. da S. (2026). A igreja como espaço de pertencimento e cuidado: uma leitura teológico-sociológica da modernidade líquida. Último Andar, 29(47), e74240. https://doi.org/10.23925/ua.v29i47.e74240