DEMANDA E PRODUTIVIDADE EM MEDICINA DIAGNÓSTICA: UM ESTUDO DE CASO

Leandro Ortigoza Martins, Maria Cristina S. Amorim, Alexandre Las Casas

Resumo


Os serviços de medicina diagnóstica são perecíveis e a demanda é variável, características que dificultam a maximização dos resultados. A literatura do marketing de serviços fornece ao gestor conhecimento para lidar com esse problema, em especial, quando recomenda inovar na entrega. Tradicionalmente as empresas do setor atendem a demanda por meio de agendamento dos exames sem, no entanto, superar as dificuldades provocadas pelo não comparecimento dos clientes aos horários agendados e a consequente perda de produtividade do processo. O objetivo do artigo é apresentar a experiência da implantação da demanda livre (exames realizados sem agendamento prévio) como instrumento de aumentar a produtividade na realização dos exames. A metodologia é o estudo de caso de empresa nacional de medicina diagnóstica e os dados foram coletados por meio de questionários. Os dados apontam para o aumento da produtividade na oferta de exames (sem efeitos negativos no atendimento) com a implementação da demanda livre.


Palavras-chave


perecibilidade, demanda variável, agendamento, gestão da demanda, serviços, medicina diagnóstica.

Texto completo:

PDF

Métricas do artigo

Carregando Métricas ...

Metrics powered by PLOS ALM

Apontamentos

  • Não há apontamentos.




Direitos autorais 2018 Pensamento & Realidade

Licença Creative Commons
Esta obra está licenciada sob uma licença Creative Commons Atribuição - NãoComercial 4.0 Internacional.

e-ISSN: 2237-4418
ISSN Impresso: 1415-5109

Indexado em: