CIDADES INTELIGENTES IMPLICAM SERVIDÃO MAQUÍNICA?

Moises de Freitas Cunha

Resumo


Este artigo faz breve introdução do conceito de cidades inteligentes como palco de interações entre grupos de interessem que habitam centros urbanos modernos, palcos de representações mais vibrantes, nos termos de Erving Goffman. Também, somado à breve menção de Ciência Política, discute sobre o planejado e o não planejado, no que tange a produção de políticas públicas, como sendo resultado de decisões políticas para atender interesses e necessidades de alguns em detrimento de outros. Nesse sentido, trata da produção de riqueza (vantagem acumulada), sujeição social e distribuição de papeis e lugares que podem levar a conflitos devido a processos de competição nas urbes modernas, inteligentes. Conclui apontando para uma proposta que pode ser ferramenta (tecnologia social) para a alteração de quadros (políticos, sociais) por meio de coesão grupal (teorema de Thomas) e representações de papeis (bastidores e fachadas) nos termos de Thomas e Goffman, respectivamente

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e-ISSN: 2237-4418
ISSN Impresso: 1415-5109

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