CUMULATIVE PROSPECT THEORY: NÃO LINEARIDADE DE PROBABILIDADES NAS DECISÕES DE INVESTIDORES BRASILEIROS.

Gustavo Leite Alvarenga

Resumo


A premissa da probabilidade linear para decisões tomadas em condições de incerteza foi um dois pilares que sustentaram a Teoria da Utilidade Esperada. Apesar de fornecer parâmetros robustos e satisfatórios essa premissa vem sendo questionada por recentes modelos comportamentais que contrariam a ideia de racionalidade ilimitada de agentes econômicos. O objetivo deste artigo é identificar a percepção de risco de investidores brasileiros em situações com diferentes níveis de probabilidade. Para verificar os possíveis padrões, replicou-se a função proposta por Tversky e Kahneman (1992) conhecida como Cumulative Prospect Theory. Por meio de um questionário contento duas questões, uma sobre prospectos positivos e uma sobre prospectos negativos, obteve-se uma amostra média de 143 investidores. Os resultados indicam padrões semelhantes aos encontrados em estudos anteriores, onde existe aversão ao risco para ganhos e propensão ao risco para perdas em casos de alta probabilidade; e propensão ao risco para ganhos e aversão para perdas em casos de baixa probabilidade.


Palavras-chave


Cumulative Prospect Theory, Finanças Comportamentais, Probabilidade Linear, Investidores Brasileiros, Percepção de Risco.

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e-ISSN: 2237-4418
ISSN Impresso: 1415-5109

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