TRABALHO, CONSUMO E SUBJETIVIDADE

Heraldo Bighetti Gonçalves

Resumo


O objetivo deste estudo é questionar alguns aspectos que envolvem a Comunicação, o
Consumo e a Subjetividade a partir da ação de agente específico: o publicitário. O
trabalho publicitário na contemporaneidade e de como são criadas as simbologias que o
comunicam para a sociedade guarda suas origens no momento histórico do surgimento da
modernidade, quando a publicidade serve-se e serve ao capitalismo. A publicidade
inseriu-se com a função de comunicar a existência dos produtos. Porém, o publicitário
sente que é uma mercadoria rara, de rápido consumo e prazo de validade curta. O
conceito de fetiche da produção pode fazer parte da explicação. O questionamento é se o
ato de tornar algo natural, ou o de tornar esse algo um fetiche, seriam as mesmas ações,
porém, com conotações ideológicas diferentes. O publicitário seria, então, um sujeito que
aparentemente não possui subjetividade própria, pois a recebe pronta ao consumir e se
expor às suas experiências de mídia, mas ao mesmo tempo é dele exigido ser autodisciplinado
para responder à retórica ideológica na variedade de papéis sociais que vive.

Texto completo:

PDF


DOI: https://doi.org/10.20946/rad.v11i1.2725

Métricas do artigo

Carregando Métricas ...

Metrics powered by PLOS ALM


Flag Counter

Revista Administração em Diálogo - RAD
ISSN: 2178-0080

     

 

Apoio: