A ESCOLA PORTUGUESA PELOS OLHOS DOS ADOLESCENTES

Inês Nobre Martins Camacho, Marta Sofia Pereira dos Reis, Gina Maria Quinás Tomé, Cátia Branquinho, Margarida Gaspar de Matos

Resumo


Os jovens que referem gostar da escola apresentam mais comportamentos positivos associados, nomeadamente melhor desempenho académico e mais bem-estar. O presente estudo tem como objetivos:1) compreender a relação existente entre o gosto pela escola e capacidade académica, e; 2)o que os jovens gostariam de mudar nas suas escolas; 3) verificar as variáveis que poderão predizer o gosto pela escola e a capacidade académica percebida; 4) analisar as variáveis relacionadas com a escola nomeadamente a pressão com os trabalhos da escola, problemas com a escola, relação com os colegas da escola e com os professores. Participaram 6026 alunos do 6º 8º e 10º ano de escolaridade que integraram o estudo Health Behaviour in School – Aged children (HBSC) em 2014. Os jovens que referem gostar muito da escola são os que não mudariam nada na sua escola e são os que têm mais confiança nos professores. Os alunos referem que as matérias são demasiado extensas, aborrecidas e mesmo inúteis salientando alguns a pressão dos pais para o sucesso escolar. Os resultados apontam para a necessidade de rever as políticas públicas existentes no ensino português sendo crucial intervir nas escolas, junto das famílias, professores e jovens.

Palavras-chave


capacidade acadêmica, mudanças na escola, gosto pela escola, políticas públicas

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DOI: http://dx.doi.org/10.5935/2175-3520.20170012

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