Moléstias prevalentes na pós-menopausa e sua relação com o índice de massa corporal, o perfil lipídico e as medidas das circunferências da cintura e do quadril

Rafael Marques Franco, Thiago Poppes Santalla, Gabriela Soares Piassi, José Carlos Menegoci

Resumo


Objetivo: verificar qual o melhor parâmetro, entre as medidas do Índice de Massa Corporal (IMC), da Circunferência Abdominal (CA), da Razão Cintura/Quadril (RCQ) e os resultados da dosagem dos lipídios plasmáticos, para avaliar o risco de a mulher na pós-menopausa apresentar moléstias como cardiopatia, tireoidopatia, hipertensão ou diabetes. Métodos: estudo retrospectivo de 185 prontuários de mulheres na pós-menopausa, atendidas entre março de 1997 e julho de 2005. Foram analisados os seguintes parâmetros: colesterol total, HDL, LDL, triglicérides, IMC, CA e RCQ. A análise estatística foi realizada por meio do teste do Qui-quadrado ou Teste Exato de Fisher. Resultados: 108 hipertensas; 20 cardiopatas; 27 diabéticas; 24 tireoidopatas. Estas moléstias, por vezes, encontravam-se associadas à mesma paciente. A idade média foi de 49,7 ± 6,4 anos. Para hipertensas encontrou-se relação com significância estatística entre IMC, CA, triglicérides e colesterol total, sendo a medida da CA a mais importante. Conclusão: é importante que na assistência médica a todas as pacientes na pós-menopausa sejam incorporados o cálculo do IMC, a dosagem do triglicérides, a mensuração da CA e do colesterol total, principalmente estas duas últimas, para avaliação do risco de hipertensão e diabetes. Auxílio financeiro: PIBIC-CNPq.


Palavras-chave


pós-menopausa; diabetes mellitus tipo 2; cardiopatias; hipertensão; doenças da glândula tireóide

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