Acaso, existência e lei num universo em evolução
Resumen
A formação do universo constituiu-se em objeto de pesquisa desde a Antigüidade. Enquanto procurou-se representá-la dentro de relações deterministas, não se deu conta do processo de constante diversificação que nele tem lugar e que, certamente, o constitui. Assumir, contudo, uma representação que admita uma constante diversificação supõe libertar o próprio pensamento das exigências de necessidade e estrita universalidade que um importante veio da tradição filosófica lhe conferia. Admitir uma genuína representação geral deste universo, mas que por outro lado, o represente em evolução, supõe a capacidade teórica de representar matemática e formalmente a dinâmica da diversidade e uma sustentação empírica que confere a esta representação um substrato fenomênico. Com o desenvolvimento das teorias da evolução das espécies e com a recomposição do domínio das representações formais - em especial, da geometria - Peirce conseguiu não somente colocar com clareza as exigências teóricas da representação de um universo em evolução, como formular o princípio fundante da evolução universal, e a matriz geradora desta evolução. Acaso, Existência e Lei são, então, respeitados em sua irredutibilidade, sem contudo deixarem de ser compreendidos num ordenado remetimento em que o geral exige o fato e este a potência positiva com base na qual tem lugar.Descargas
Los datos de descargas todavía no están disponibles.
Métricas
Cargando métricas ...
Descargas
Cómo citar
Silveira, L. F. B. da. (2013). Acaso, existência e lei num universo em evolução. Cognitio: Revista De Filosofia, (1), 127–137. Recuperado a partir de https://revistas.pucsp.br/cognitiofilosofia/article/view/13428
Número
Sección
Artigos Cognitio






