Produção de subjetividade: a lição de O homem que copiava

Décio Rocha

Resumo


Tomando por base um quadro teórico que nos ajuda a pensar a Modernidade e assentados numa perspectiva discursiva visando ao tratamento das práticas linguageiras, o objetivo do presente artigo é explorar a produtividade do conceito de subjetividade segundo Deleuze, Guattari e outros autores que distinguem, por um lado, a produção de subjetividade e, por outro, formas-sujeito particulares que se atualizam como diferentes modos de existência. Para alcançar nosso objetivo, centramos nossa atenção na análise do filme de Jorge Furtado, intitulado O homem que copiava. Os resultados encontrados são relevantes no campo da Análise do Discurso no que concerne ao debate relativo às noções de condições de produção, enlaçamentos e prática discursiva.

Palavras-chave


subjetividade; alteridade; condições de produção do discurso; cinema

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DOI: https://doi.org/10.1590/S0102-44502007000100005

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Revista Delta-Documentação e Estudos em Linguística Teórica e Aplicada ISSN 1678-460X