Cantar “rasgando a voz” pode ser uma prática saudável?

Mauro Barro Fiuza, Marta Assumpção de Andrada e Silva

Resumo


Cantar com a voz distorcida ou rasgada como é mais conhecido popularmente é comum em diversas formas de canto e não apenas no rock. As chamadas distorções vocais intencionais estão presentes na música há muitos anos e nas mais diversas culturas humanas. Mesmo assim esses tipos de produção ainda esbarram em preconceitos no sentido de se considerar, sem comprovação científica, que são prejudiciais à saúde vocal. O objetivo desta comunicação foi refletir sobre as distorções vocais intencionais no canto em um diálogo entre a Música e os campos que estudam a voz cantada como a Fonoaudiologia e a Laringologia. Na perspectiva de expandir o conhecimento sobre essas formas de emissão e relacionar as pesquisas que investigaram o assunto.


Palavras-chave


Canto; Qualidade da voz; Treinamento da voz

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DOI: https://doi.org/10.23925/2176-2724.2018v30i4p802-808

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