A intensa e histórica atuação da CIDH voltada ao Brasil entre 2018 e 2022

Autores

DOI:

https://doi.org/10.23925/ddem.v.1.n.7.61386

Palavras-chave:

CIDH, Direitos Humanos, OEA, Atuação, Histórica, Brasil

Resumo

Como previsto pela Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) ao final de 2018, o Estado Brasileiro demandou a atuação prioritária do órgão durante o período de 2018 a 2022, quando foi realizado recorde de atividades do órgão envolvendo o Brasil, tanto no sistema de petição e casos quanto no monitoramento da situação dos direitos humanos no País. É o que se observa a partir do levantamento e análise metodológicos dos dados públicos disponibilizados pela CIDH em seu site oficial. O intenso trabalho da CIDH durante o período foi tão histórico quanto necessário para a evolução do quadro de direitos humanos no País nos próximos anos.

Biografia do Autor

Leonardo Pedrotti, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo - PUC-SP - São Paulo, SP

Advogado. Mestrando em Direito Constitucional pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (2020-). Graduado em Direito pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (2019). Realizou estágio na Comissão Interamericana de Direitos Humanos, pela Organização dos Estados Americanos (2022). Tem experiência na área de Direito, com ênfase em Direito Civil, Direito Constitucional e Direitos Humanos.

Silvia Pimentel, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo - PUC-SP - São Paulo, SP

Possui Graduação e Pós-Graduação em Direito pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1970) e Pós-Graduação em Psicologia da Educação na mesma Universidade. Concluiu Doutorado em Direito pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1977). Atualmente, é professora doutora da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo onde ocupa o cargo de Coordenadora do Núcleo de Direito Constitucional da Pós-Graduação em Direito da PUC/SP e representante docente da Faculdade de Direito da PUC/São Paulo no CEPE - Conselho de Ensino e Pesquisa. Dentre as disciplinas que leciona: Introdução ao Estudo do Direito, Filosofia do Direito e a Optativa Direito, Gênero e Igualdade, a qual introduziu, em uma perspectiva interdisciplinar, no currículo das Optativas da Faculdade desde 2015, sendo que está desde o segundo semestre de 2017 está aberta a alunos de todas as Faculdades da PUC. Fundadora e membro do Comitê Latino Americano e do Caribe Para a Defesa dos Direitos da Mulher (CLADEM-1987), e membro de seu Conselho Honorário Consultivo(desde 2005),fundadora e membro do Conselho Diretor da Comissão de Cidadania e Reprodução (CCR-desde 1992) e "Expert " (2005-2016) e em 2011/2012, Presidente do Comitê sobre a Eliminação da Discriminação contra as Mulheres, da Organização das Nações Unidas (CEDAW/ONU). É coordenadora do Grupo de Pesquisa de Direito, Discriminação de Gênero e Igualdade da PUC-SP. Integra a Comissão de Direitos Humanos da OAB/SP. Autora de vários livros, textos e artigos. Conferencista. https://orcid.org/0000-0002-7171-5869

Referências

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Publicado

2023-05-11