Tratamento da anemia com eritropoetina recombinante humana em pacientes hemodialisados

Cinthya Mayumi Ozawa, Delmo Sakabe, Eduardo Bertolli, Luiz Fernando Alves Lima Mantovani, Milca Cezar Chade, José Otávio Alquezar Gozzano

Resumo


Os rins são os principais órgãos produtores de eritropoetina no organismo, assumindo 90% desta produção. Por sua vez, a eritropoetina está relacionada com a conversão de células tronco hematopoiéticas em pró-eritroblastos, auxiliando assim, na homeostasia do organismo. Pacientes que entram em insuficiência renal e passam a necessitar do suporte da hemodiálise, sofrem com a baixa na produção dessa substância. Entre as várias formas de terapia, vem ganhando espaço o tratamento desses pacientes com eritropoetina recombinante humana (EPO-rHU), pela eficácia observada e boa tolerabilidade. Essa técnica foi utilizada no Brasil, pela primeira vez, em 1988, e hoje é alvo de estudo em diversos centros espalhados pelo mundo que procuram métodos de otimizar os resultados dessa terapia. Apesar de apresentar custo ainda elevado e alguns efeitos colaterais, a maioria dos trabalhos encontrados na literatura defendem o uso da EPO-rHU, argumentando o efeito benéfico que se observa na capacidade física e psiquiátrica, além do bem-estar e qualidade de vida dos pacientes hemodialisados que a utilizam. Esta revisão tem por finalidade conhecer o estado atual do uso de EPO-rHU, seus indicadores e conseqüência em pacientes com insuficiência renal.

Palavras-chave


anemia; eritropoetina; diálise renal

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