Semiótica das práticas esportivas: estilos de jogo — o exemplo do rugby
DOI:
https://doi.org/10.23925/2763-700X.2023n5.62460Palavras-chave:
ajustement (formes d’—), football, régime interactionnel, rugby, sport, style de jeu, style de vieResumo
A prática dos esportes, assim como a dos jogos (dos quais representam variantes), implica uma grande diversidade de regimes de interação. Aqui, o recurso ao modelo interacional elaborado no quadro da sociossemiótica permite aclarar três principais pontos. Trata-se primeiro de propor uma tipologia semiótica geral dos esportes, no conjunto homologável com a categorização estabelecida por Roger Caillois. Dentro deste quadro, concentramo-nos depois sobre um esporte particular, o rugby, no intento de comparar entre eles distintos estilos de jogo (inglês, francês etc.). Em um terceiro momento, adotando uma perspectiva mais ampla, que abrange tanto as práticas do futebol quanto as do rugby, analisa-se três variantes estilísticas (brasileira, italiana, francesa) alicerçadas num mesmo regime interacional, o do ajustamento, visto como estilo de vida ao mesmo tempo que estilo de jogo.
Referências
Bouet, Michel, La signification du sport, Paris, L’Harmattan, 1968.
Caillois, Roger, Les jeux et les hommes (le masque et le vertige), Paris, Gallimard, 1958.
Demuru, Paolo, Essere in gioco, Bologne, Bononia University Press, 2014.
— « Malandragem vs Arte di arrangiarsi : Stili di vita e forme dell’aggiustamento tra Brasile e Italia », Actes Sémiotiques, 118, 2015.
Floch, Jean-Marie, Sémiotique, marketing et communication, Paris, P.U.F., 1990.
Fontanille, Jacques, et Claude Zilberberg, Tension et signification, Liège, Mardaga, 1998.
Greimas, Algirdas J., « Le beau geste », RS/SI, 13, 1-2, 1992.
Huizinga, Johan, Homo ludens, Paris, Gallimard, 1938.
Landowski, Eric, Les interactions risquées, Limoges, PULIM, 2005.
— « Avoir prise, donner prise », Actes Sémiotiques, 112, 2009.
— « Régimes de sens et styles de vie », Nouveaux Actes Sémiotiques, 115, 2012
— « Complexifications interactionnelles », Acta Semiotica, I, 2, 2021.
Marot, Jérémy, « XV de France : le “French flair”, la note bleue d’un rugby créatif », L’Obs, 10 sept. 2011.
Morin, Edgar, Le sport porte en lui le tout de la société, Paris, Cherche Midi, 2020.
Petitimbert, Jean-Paul, « Lecture critique et (re)valorisation sémiotique de la valeur “critique” chez J.-M. Floch », Acta Semiotica, II, 3, 2022.
— « Du bricolage comme principe de création », Acta Semiotica, II, 4, 2022.
Pociello, Christian, « Le Rugby, la guerre des styles », Esprit, 62, 2, 1982.
Redeker, Robert, Sport, je t’aime moi non plus, Paris, Laffont, 2022.
Vaissière, Sébastien, « Le French flair, un art de l’improvisation », Panard, 2022, 1, 1.
Villepreux, Pierre, « Le French flair. Un jeu libéré où l’imprévu est la norme », Panard, 2022, 1, 1.
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution-NonCommercial-NoDerivatives 4.0 International License.


