Vinte dois jogadores em busca de um autor: o imprevisível e a gramática da narrativa
DOI:
https://doi.org/10.23925/2763-700X.2023n5.62466Palavras-chave:
narrazione, prevedibile/casuale, reale/possibile, generativa (viaggio)Resumo
A análise de uma partida de futebol pode levantar muitas questões para um semioticista, mas o que parece mais relevante diz respeito ao papel do acidental, do fortuito. É possível desejar a vitória de um time teoricamente mais fraco, como lamenta um jornalista do The Economist ? Como desfrutar de um espetáculo cujo resultado às vezes depende de eventos menores, quase irrelevantes ? Mais geralmente, como avaliar o papel do acaso e o jogo de uma multiplicidade de possibilidades na definição das estruturas narrativas ? Será que, de certa forma, temos que repensar a relação entre o real e o possível ? No final das contas, a questão parece muito menos fútil do que se poderia pensar.
Referências
Barthes, Roland, “Structure du fait divers”, Essais critiques, Paris,Seuil, 1964.
Cervelli, Pierluigi, Luigi Romei e Franciscu Sedda (a cura di), Mitologie dello sport. 40 saggi brevi, Roma, Nuova Cultura, 2010.
Demuru, Paolo, Essere in gioco, Bologna, Bononia University Press, 2014.
Ferraro, Guido, “Maîtres des règles. De la notion de ‘code’ à la grammaire de l’imaginaire”, Acta Semiotica, II, 4, 2022.
Landowski, Eric, Rischiare nelle interazioni, Milano, Franco Angeli, 2010.
Petitimbert, Jean-Paul, “Régimes de sens et logique des sciences. Interactions socio-sémiotiques et avancées scientifiques”, Actes Sémiotiques, 120, 2017.
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution-NonCommercial-NoDerivatives 4.0 International License.


