Suivre l’actualité, ce n’est pas « faire l’actualité », à moins que...
DOI:
https://doi.org/10.23925/2763-700X.2024n8.70091Palavras-chave:
actualité, actualités, industries médiatiques, publics, éthiqueResumo
A análise discursiva e empírica das práticas do público e das industrias midiáticas convida a considerar a “atualidade”, não como uma propriedade de certos eventos ou de sua narração pela mídia, mas como um aspecto da produção do vivido em cooperação entre « receptores » e « produtores ». A hierarchia dos destinadores e destinatários, dos atores e espectadores, dos autores e leitores distribui apenas em aparência os papeis daqueles que “fazem” e daqueles que “seguem” a atualidade. A questão da ética da atualidade é, portanto, uma questão tanto para os públicos quanto para os produtores.
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