Estado/Igreja, um “Accordão”?

Fernando Arthur de Freitas Neves

Resumo


Quando aflorou a questão religiosa no Brasil na década de1870, as relações entre o estado e os negócios eclesiásticos sofreram forte abalo pela incriminação de dois bispos pelo gabinete conservador liderado por Rio Branco. É objeto deste estudo perceber as alianças e rupturas entre trono e altar. Em nome da liberdade de pensamento e, paradoxalmente, ao mesmo tempo da obediência devidas pelos prelados ao império ratificava-se o princípio da autoridade civil sobre a religiosa, este é um instante de teste sobre o futuro das forças da tradição.

Palavras-chave


aliança; ruptura; separação; autonomia; continuidade

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DOI: https://doi.org/10.19176/rct.v0i62.15626

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