Saberes sem Fronteiras: Políticas para as migrações Pós-modernas

Renata Archanjo

Resumo


Este artigo aborda o tema da produção e do acesso ao conhecimento científico no cenário mundial globalizado da contemporaneidade. Discute-se o programa governamental brasileiro de mobilidade acadêmica “Ciência sem Fronteiras” e seu programa complementar de ensino de língua estrangeira “Idiomas sem Fronteiras”. O foco do trabalho problematiza as propostas e objetivos dessas ações no âmbito das políticas linguísticas brasileiras e das metas de internacionalização para a educação superior no que tange a produção de conhecimento científico no país. São apresentados dados referentes aos dois programas, bem como um estudo de caso ilustrativo da intrínseca relação entre conhecimento linguístico e desenvolvimento científico sobre a qual se assenta a concepção do programa de mobilidade. Avaliam-se, além disso, as possibilidades dessas ações resultarem em ganhos reais para participantes e gestores. Os resultados apontam para a necessidade de avaliação constante das ações empreendidas quanto à formação e a competência linguística dos participantes do programa, pensadas para promover o desenvolvimento científico do país, além do realinhamento dos objetivos e metas à realidade do ensino universitário. 


Palavras-chave


Ciências sem Fronteiras; Ensino de línguas estrangeiras; Políticas linguísticas.

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Revista Delta-Documentação e Estudos em Linguística Teórica e Aplicada ISSN 1678-460X