ESCRITAS DA BRASILIDADE: SUBJETIVAÇÃO E POLÍTICA LUSÓFONA NA DOCUMENTAÇÃO VERNACULAR

Autores

  • Anderson Salvaterra Magalhães UFSM

DOI:

https://doi.org/10.1590/delta.v29i1.9806

Palavras-chave:

Escrita, Vernáculo, Subjetivação, Política lusófona

Resumo

Neste trabalho, o objetivo é demonstrar como escritas sobre o Brasil fundamentam e são fundamentadas por valores determinantes dos discursos que constroem o senso de vernáculo. São analisados a “Carta” de Pero Vaz de Caminha, escrita chave para a produção do discurso da brasilidade, e o poema “Erro de português”, de Oswald de Andrade, tomado como reformulação da escrita fundadora. A implicação ética do acabamento estético das duas escritas em língua portuguesa articula processos de subjetivação que definem identidades culturais possíveis e atualiza uma política linguística que confere tensão entre o caráter genitivo e locativo do vernáculo, respectivamente, do Brasil e no Brasil.

Biografia do Autor

Anderson Salvaterra Magalhães, UFSM

Doutor em Linguística Aplicada e Estudos da Linguagem; Professor Adjunto do Programa de Pós-Graduação em Letras e do Departamento de Letras Vernáculas, Centro de Artes e Letras. Currículo lattes: http://lattes.cnpq.br/7806510956818017

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Publicado

2014-04-23

Edição

Seção

Artigos