Reflexões sobre as falas ecolálicas e a interpretação fonoaudiológica a partir da discussão de dois casos de psicose infantil

Mariana T. de Oliveira

Resumo


Este artigo tem como objetivo introduzir uma discussão a respeito de questões teórico-metodológicas na clínica fonoaudiológica quando o que está em jogo é a presença de produções ecolálicas na fala de pacientes diagnosticados com transtorno global do desenvolvimento (psicose infantil). São freqüentes, na literatura, as tentativas de realizar descrições gramaticais nas avaliações de linguagem com crianças que apresentam falas ecolálicas e tentativas de classificá-las, no entanto a direção que tomo, neste trabalho, é outra bastante diferente. Proponho-me a discutir dados e sugerir outra modalidade de abordagem lingüística, qual seja, aquela avançada no Projeto Aquisição e Patologias da Linguagem (Lael/PUC-SP). Sugiro, a partir dos dados, como a instância da avaliação de linguagem pode subsidiar direções para a interpretação clínica. Reflito sobre o lugar e o momento em que uma interpretação fonoaudiológica poderia ocorrer e ter sucesso com pacientes cujas falas são ecolálicas.

Palavras-chave


ecolalia; patologia da fala e da linguagem; terapia da linguagem; transtornos globais do desenvolvimento

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