A a organização do curso de português para os deslocados forçados da Ucrânia

temas, abordagens, desafios

Autores

DOI:

https://doi.org/10.23925/2237-759X2024V56e78595

Palavras-chave:

Português como língua de acolhimento (PLAc), ensino de línguas sensível a traumas, deslocados forçados, guerra na Ucrânia, adaptação de migrantes

Resumo

Neste artigo, descrevemos a experiência de ministrar um curso de português brasileiro como língua de acolhimento, no modo online, para deslocados forçados da Ucrânia, no período de 2022 a 2024. O curso contou com a participação de 24 instrutores e 173 alunos em três anos do curso. No texto, analisamos os desafios enfrentados pelos participantes e detalhamos abordagens utilizadas no ensino a deslocados forçados, com o destaque para a estratégia de ensino de línguas sensível a traumas, como os vivenciados por aqueles que se veem obrigados a sair de seu país para protegerem suas vidas. A sistematização da experiência de ensino de português aos deslocados forçados instiga a discussão sobre a escassez de políticas públicas no Brasil nessa área.

 

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Anna Smirnova Henriques, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo

Formada em Biologia pela Universidade Estatal de Tomsk, Rússia (2000) e em Letras pela Universidade Luterana do Brasil (2021). Doutora em Biologia pela Unifesp (2006), realizou estágios de pós-doutorado na área de Biologia na USP, na École Normale Supérieure de Paris e na Université de Rouen. Professora de russo (em 2023, professora convidada no curso intensivo de verão em Middlebury College, USA) e também de português para falantes de russo, a partir de 2018 faz pós-doutorado em Linguística Aplicada e Estudos da Linguagem na PUC-SP. O seu projeto de pesquisa “Russófonos frente ao português brasileiro”, apoiado pelo PNPD/CAPES em 2018-2023, aborda os temas de bilinguismo russo-português brasileiro e adaptação de migrantes russófonos no Brasil. Possui publicações nas áreas de fonética experimental, sociolinguística, linguística de corpus, ensino de segunda língua e estudos de migração. A partir de fevereiro de 2022, tem se envolvido com o acolhimento de deslocados forçados ucranianos no Brasil.

Volha Yermalayeva Franco, Universidade Federal da Bahia

Mestranda em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Federal da Bahia e graduada em Patrimônio Cultural e Turismo pela European Humanities University, em Vilnius (2012). Tradutora literária, intérprete e professora de línguas, atua no Brasil desde 2011. Lecionou em atividades de extensão voltadas ao ensino de idiomas no Centro de Estudos Afro-Orientais da UFBA (CEAO/UFBA) e na Universidade do Estado da Bahia (UNEB), além de ter lecionado no Clube Eslavo. Desde 2023, leciona nos cursos de extensão “Introdução aos Estudos Eslavos”, realizados na UFBA. Possui publicações sobre transliteração do belarusso para o português e avaliação de proficiência em língua russa. Desde 2022, atua em iniciativas relacionadas à Ucrânia, incluindo tradução, interpretação, acolhimento linguístico e atividades culturais e educacionais voltadas a ucranianos no Brasil.

Davi Lopes Villaça, Universidade Federal de São Paulo

Possui graduação em Estudos Literários pela Universidade Estadual de Campinas (2013), mestrado em Literatura Brasileira pela Universidade de São Paulo (2017) e doutorado em Teoria Literária pela mesma universidade (2025). Tem experiência na área de Letras, com ênfase em Literatura Brasileira, Teoria Literária e Literatura Russa. No mestrado, pesquisou a obra do romancista paraibano José Lins do Rego. Desde 2019, com o início do doutorado, estuda e escreve sobre a obra do escritor russo Fiódor Mikháilovitch Dostoiévski. É colaborador do blog Letras in.verso e re.verso.

 

Rodrigo Martins

Formado em Letras (2021) e Licenciatura (2023) ambas pela Universidade de São Paulo. Atua como professor de português para estrangeiros. Desde abril de 2022, dedica parte do seu tempo a um projeto de acolhimento aos deslocados forçados da guerra na Ucrânia.

Referências

ACNUR, Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (UNHCR, Office of the United Nations High Commissioner for Refugees). Ukraine situation: Flash update #67. 25 mar. 2024. Disponível em: https://data.unhcr.org/en/documents/details/107492. Acesso em: 4 jun. 2024.

BALABAS, S. The ‘dual-frontier’ approach: integrating trauma-informed pedagogy and digital resilience in post-war Ukrainian EFL classrooms. Em: TESOL-Ukraine national convention ELT as an act of hope in challenging times: rooted in reality, reaching for renewal, 2026, Kyiv. Anais [...]. Kyiv, 2026. p. 16-17. Disponível em: http://www.tesol-ukraine.com/wp-content/uploads/2026/06/Book-of-Papers-TESOL-Ukraine-Convention-2026.pdf. Acesso em: 13 set. 2026.

BECKER, A. Trauma-informed language teaching: considerations, challenges and possibilities. Language and Linguistics Compass, v. 20, n. 4, e70042, 2026. https://doi.org/10.1111/lnc3.70042.

BELYASOVA, Ju. Integration of Ukrainian refugees in Belgium thanks to learning French. Journal of Digital Art & Humanities, v. 5, n. 1, p. 48-59, 2024. https://doi.org/10.33847/2712-8149.5.1_4

BILANIUK, L; MELNIK, S. A Tense and Shifting Balance: Bilingualism and Education in Ukraine. Em: PAVLENKO, A. (Ed.) Multilingualism in Post-Soviet Countries. Bristol: Multilingual Matters, 2008. p. 66-98.

BRASIL. Portaria Interministerial MJSP/MRE Nº 50, de 26 de dezembro de 2024. Dispõe sobre a concessão de autorização de residência para fins de acolhida humanitária aos nacionais ucranianos e aos apátridas que tenham sido afetados ou deslocados pela situação de conflito armado na Ucrânia. Diário Oficial da União, Brasília, DF, de 30 de dezembro de 2024. Ed. 250, seção 1, p. 813, 2024. Disponível em: https://www.gov.br/mj/pt-br/assuntos/seus-direitos/migracoes/portal-de-imigracao-laboral/normas-migratorias-1/portarias/portarias-interministeriais/portaria_interministerial_mjsp-mre_no_50_de_26_de_dezembro_de_2024.pdf. Acesso em: 2 jan. de 2025.

BURKE, R.; BOGACHENKO, T. Exploring language learning in contexts of forced migration: classroom engagement, digital mediation, and the concept of ‘pedagogical safe houses’. Em: TAVARES, V.; MELO-PFEIFER, S. (Eds.). Language education and learners of a refugee background. Educational Linguistics, v. 72. Cham: Springer, 2026. https://doi.org/10.1007/978-3-032-16947-1_15.

BURVIKOVA, E. Students help students: ESL conversational hours in English for Ukrainian refugees. Intercâmbio, v. 56, e77880, 2024.

https://doi.org/10.23925/2237-759X2024V56e77880

CALTABIANO, M. A. Entrevista - ucranianas no Brasil: aquisição do português e questões de língua e cultura. Intercâmbio, v. 56, e69561, 2024. https://doi.org/10.23925/2237-759X2024V56e69561

CAMPANO, G. Immigrant students and literacy: reading, writing and remembering. New York: Teachers College Press, 2007.

CARELLO, J.; BUTLER, L. D. Practicing what we teach: trauma-informed educational practice. Journal of Teaching in Social Work, v. 35, n. 3, p. 262-278, 2015. https://doi.org/10.1080/08841233.2015.1030059.

CHUBENKO, L. M. Schools as community resources: recommendations for supporting Ukrainian elementary refugee students through community-informed approaches in Winnipeg, Manitoba. 2023. Artigo de conclusão de curso (Mestrado em Educação) – The Faculty of Graduate Studies in Society, Culture and Politics in Education, University of British Columbia, Vancouver, 2023. Disponível em:

https://open.library.ubc.ca/soa/cIRcle/collections/graduateresearch/42591/items/1.0436921. Acesso em: 13 set. 2026.

COLE, S. F.; O'BRIEN, J. G.; GADD, M. G.; RISTUCCIA, J.; WALLACE, D. L.; GREGORY, M. Helping traumatized children learn: supportive school environments for children traumatized by family violence. Boston: Massachusetts Advocates for Children, 2005.

CURSINO, C.; ALBUQUERQUE, J.; FIGUEIREDO SILVA, M. C.; GABRIEL, M.; ANUNCIAÇÃO, R. M. de. Português Brasileiro para Migração Humanitária (PBMIH): reflexões linguísticas e pedagógicas para o ensino de PLE em contexto de migração e refúgio. Em: RUANO, B. P.; SANTOS, J. M. P.; SALTINI, L. M. L. (Orgs.). Cursos de Português como Língua Estrangeira no Celin-UFPR: práticas docentes e experiências em sala de aula. Curitiba: Ed. UFPR, 2016. p. 317-334.

DARRAGH, J. J.; PENTÓN HERRERA, L. J. Trauma-sensitive practices in English language teaching. Ann Arbor: University of Michigan Press, 2026. https://doi.org/10.3998/mpub.14383420

DERZHAVNYI KOMITET STATYSTYKY UKRAINY. Movnyi sklad naselennia Ukrainy: za danymy Vseukrains'koho perepysu naselennia 2001 roku [Composição linguística da população da Ucrânia: dados do Censo Nacional da Ucrânia de 2001]. 2003. Disponível em: https://web.archive.org/web/20101130221837/http://www.ukrcensus.gov.ua/results/general/language/. Acesso em: 19 de setembro de 2026.

FARNEDA, E. S. Português língua de acolhimento: cursos de extensão e capacitação para professores de português língua materna: abordagens e práticas. Em: GONÇALVES MENDES, R. M. (Ed.) Ensino e aprendizagem de línguas adicionais em foco. Roosevelt, NJ: Boavista Press, 2019. p. 53-64.

FERRARI NOCCETTI, D.; SILVA BOEIRA, A. A língua portuguesa como língua de acolhimento: diálogos entre práticas inclusivas e políticas públicas para imigrantes e pessoas em situação de refúgio. Em: FACHIN, P. C.; BRAGA, M. A. N.; CASAGRANDE, S. C. (Orgs.). Práticas de linguagem: pesquisas, diálogos e conexões. Barueri: Editora Científica Digital, 2025. p. 234-250. https://doi.org/10.37885/251220722.

G1. Lei Marcial: homens ucranianos e naturalizados com idade de 18 a 60 anos estão proibidos de sair da Ucrânia. G1, São Paulo, 25 fev. 2022. Disponível em: https://g1.globo.com/mundo/noticia/2022/02/25/lei-marcial-homens-ucranianos-e-naturalizados-com-idade-de-18-a-60-anos-estao-proibidos-de-sair-da-ucrania.ghtml. Acesso em: 15 set. 2026.

GAZETA. Iak navtchali іnozemnyh mov u Radians'komu Souuzі? [Como ensinavam línguas estrangeiras na União Soviética?]. Gazeta, 8 jul. 2013. Disponível em: https://gazeta.ua/articles/history/_ak-navchali-inozemnih-mov-u-radyanskomu-soyuzi/505824. Acesso em: 27 set. 2026.

HAPONENKO, L. Кeeping classes going: ELT during the war time in Ukraine. Em: TESOL-Ukraine national convention ELT as an act of hope in challenging times: rooted in reality, reaching for renewal, 2026, Kyiv. Anais [...]. Kyiv, 2026. p. 63-64. Disponível em: http://www.tesol-ukraine.com/wp-content/uploads/2026/06/Book-of-Papers-TESOL-Ukraine-Convention-2026.pdf. Acesso em: 13 set. 2026.

HRISTOVSKY, G.; PROKOPYSHYN, A.; BALDÉ, N. Curso “SOS Português” na Universidade de Lisboa: uma iniciativa de acolhimento a refugiados da Ucrânia. Intercâmbio, n. 56, e70265, 2025. https://doi.org/10.23925/2237-759X2024V56e70265

INTERFAX-UKRAINE. Opytuvannia: Ponad polovyna ukraїntsіv hoche dyvytysia fіl'mi z ukraїns'kym dubliajem [Mais da metade dos ucranianos querem assistir aos filmes dublados em ucraniano]. Interfax-Ukraine, 26 de julho de 2023. Disponível em: https://interfax.com.ua/news/press-conference/925184.html. Acesso em: 30 de junho de 2024.

KOMAR, T. V.; PODKORYTOVA, L. O.; RUDENOK, A. I. Travmoinformovanyy i travmochutlivyy pidhid v ukrains'komu osvitn'omu prostori: analiz naukovykh prats' [Abordagem informada pelo trauma e abordagem sensível ao trauma no espaço educacional ucraniano: análise de trabalhos científicos]. Naukovi perspektyvy, v. 69, n. 3, p. 1782-1794, 2026. https://doi.org/10.52058/2708-7530-2026-3(69)-1782-1794

KVITKA, K. Get a Passport or Leave: Russia’s Ultimatum to Ukrainians. Human Rights Watch, New York, 25 mar. 2025. Disponível em: https://www.hrw.org/news/2025/03/25/get-passport-or-leave-russias-ultimatum-ukrainians. Acesso em: 13 set. 2026.

LAPENDA, C. D. Os desafios enfrentados pelos monitores do clube de conversação do curso de português online para deslocados forçados da Ucrânia. Intercâmbio, v. 56, e69332, 2024. https://doi.org/10.23925/2237-759X2024V56e69332

LIMA DA SILVA, M. C. Inglês como língua de contato: perspectivas de docentes de português como língua de acolhimento. 2025. Dissertação (Mestrado em Letras) – Setor de Ciências Humanas, Universidade Federal do Paraná, Curitiba, 2025. Disponível em: https://hdl.handle.net/1884/96828. Acesso em: 29 set. 2026.

LOPEZ, A. P. A.; DINIZ, L. R. A. Iniciativas Jurídicas e Acadêmicas para o Acolhimento no Brasil de Deslocados Forçados. Revista da Sociedade Internacional Português Língua Estrangeira, Brasília, Edição especial n. 9, 2018.

LOPEZ, A. P. A. O professor de português como língua de acolhimento: entre o ativismo e a precarização. Fólio – Revista de Letras, v. 12, n. 1, p. 169-190, 2020.

LYSENKO, S.; VIRNA, Zh. Adaptação linguística e psicológica dos participantes do programa da Fundação Araucária de apoio de cientistas ucranianos no Brasil. Intercâmbio, v. 56, e78596, 2024.

MARTINS, R. S. Sistema de encanamento. S/l, 04 fev. 2023a. Apresentação de PowerPoint. 22 slides.

MARTINS, R. S. Mofo e umidade. S/l, 11 fev. 2023b. Apresentação de PowerPoint. 6 slides.

MARTINS, R. S. Tomadas. S/l, 25 fev. 2023c. Apresentação de PowerPoint. 5 slides.

MARTINS, R. S. Lâmpadas e economia. S/l, 18 mar. 2023d. Apresentação de PowerPoint. 10 slides.

MASENKO, L. Language Conflict in Ukraine: Finding of Settlement. Em: MÜLLER. D; WINGENDER, M. (Eds.). Discourse and Practice of Bilingualism: Contemporary Ukraine and Russia/Tatarstan. Wiesbaden: Harrassowitz Verlag, 2020. p. 31–42.

MAZZINI, N.; BRITTO, N. M. P. Projeto “Pontes com a Ucrânia”: a produção de materiais didáticos digitais para o ensino de Português do Brasil para deslocados forçados da guerra. Intercâmbio, v. 56, e70855, 2024. https://doi.org/10.23925/2237-759X2024V56e70855

MIROLUBOV, A. A. Istoriia otechestvennoi metodiki obuchenijia inostrannym iazykam [História da metodologia nacional de ensino de línguas estrangeiras]. Moscou: Stupeni; Infra-M, 2002.

MUZYTCHENKO, O. Bіl'shіst' ukraїntsіv ne vіriat' u povnomasshtabnyi napad Rosії – opytuvannia [A maioria dos ucranianos não acredita em um ataque em grande escala por parte da Rússia — pesquisa de opinião]. ТSN, 17 fev. 2022. Disponível em: https://tsn.ua/ukrayina/bilshist-ukrayinciv-ne-viryat-u-povnomasshtabniy-napad-rosiyi-opituvannya-1980148.html. Acesso em: 27 set. 2026.

OBSERVATÓRIO DAS MIGRAÇÕES EM SÃO PAULO. Banco Interativo – Números de imigração internacional para o Brasil, 2000-2024. Campinas, SP: Observatório de Migrações em São Paulo – NEPO/UNICAMP. Disponível em: https://www.nepo.unicamp.br/observatorio/bancointerativo/numeros-imigracao-internacional/sincre-sismigra/. Acesso em: 28 fev. 2026.

OLIVEIRA, R. F. “Nós não somos agência humanitária, nós somos a agência do Reino de Deus”: proselitismo religioso e ação social evangélica com migrantes. 2026. Dissertação (Mestrado) - Universidade Federal de São Carlos, São Carlos, SP, 2026. Disponível em: https://repositorio.ufscar.br/items/001aa941-264e-4c0b-9c9e-2c0c9f6b8c47. Acesso em: 1 set. 2026.

OROBCHUK, D.; SKINTEY, L. Ukrainian refugee families navigating language shift in Germany. Sociolinguistic Studies, v. 19, n. 3-4, p. 421-444, 2025. https://doi.org/10.3138/SS-19-3-4-0009

PARSONS, M. ‘Survival English’: personal accounts of teaching Ukrainian refugees in London. Lidil, n. 69, 2024. https://doi.org/10.4000/lidil.12408

RYBACHUK, O. Challenges of the synchronous hybrid classroom during wartime: practical solutions and lessons learned. Em: TESOL-Ukraine national convention ELT as an act of hope in challenging times: rooted in reality, reaching for renewal, 2026, Kyiv. Anais [...]. Kyiv, 2026. p. 192-194. Disponível em: http://www.tesol-ukraine.com/wp-content/uploads/2026/06/Book-of-Papers-TESOL-Ukraine-Convention-2026.pdf. Acesso em: 13 set. 2026.

SÃO BERNARDO, M. A. Português como língua de acolhimento: um estudo com imigrantes e pessoas em situação de refúgio no Brasil. 2016. Tese (Doutorado em Linguística) - Centro de Educação e Ciências Humanas, Universidade Federal de São Carlos, São Carlos, SP, 2016. Disponível em: https://repositorio.ufscar.br/items/42687496-df24-4e06-ad25-a7f1adaf428a. Acesso em: 1 set. 2026.

SCOLARO, S.; TOMASI, M. Second language teaching with refugees: educational experiences and welcoming environments. Journal of Ethnic and Cultural Studies, v. 12, n. 2, p. 92-115, 2025. http://dx.doi.org/10.29333/ejecs/2215

SKOROBOGATOVA, A. S. Abordagem para o ensino de português como língua de acolhimento (PLAc) no nível iniciante: o caso das mulheres ucranianas adultas deslocadas forçadas da guerra. Intercâmbio, v. 56, е69257, 2024. https://doi.org/10.23925/2237-759X2024V56e69257

SMIRNOVA HENRIQUES, A. Teaching Portuguese as a Welcoming language to Ukrainians forcibly displaced to Brazil by the Russian invasion. Em: International Association for Intercultural Communication Studies conference, 2025, São Paulo. 25 ago. 2025. Apresentação oral.

SMIRNOVA HENRIQUES, A. Acolhimento de deslocados forçados ucranianos no Brasil e acesso ao ensino de português. Em: 14º Congresso Internacional da Abralin (INTERAB), 2026, Recife. 4 mar. 2026. Apresentação oral.

SMIRNOVA HENRIQUES, A.; TESKO, V. Ucranianos em fuga da guerra: adaptação no Brasil e aquisição de português. Em: JALLAGEAS, N.; GOMIDE, B. (Orgs.). Ensaios sobre a Guerra Rússia/Ucrânia. São Paulo: Kinoruss, 2022. p. 225-251.

SMIRNOVA HENRIQUES, A.; TESKO, V. Um panorama dos deslocados forçados ucranianos no Brasil após dois anos da invasão da Ucrânia em larga escala. Intercâmbio, v. 56, e69256, 2024. https://doi.org/10.23925/2237-759X2024V56e69256

SOUTHALL, A. The trauma challenge: How teachers experience students with complex trauma. British Journal of Special Education, v. 51, n. 1, p. 3-14, 2024. https://doi.org/10.1111/1467-8578.12487

SOUZA, R. F. de; COURA-SOBRINHO, J.; PEREIRA DINIZ, M. B. N. (Orgs.). Português como língua de acolhimento: práticas e perspectivas. 1. ed. São Paulo: Parábola, 2021. Disponível em: https://www.sri.cefetmg.br/wp-content/uploads/sites/84/2022/11/Portugues-como-lingua-de-acolhi-Romulo-Francisco-de-Souza-Jero_compressed.pdf#page=13.15. Acesso em: 29 jun. 2024.

UNIVERSITÄT HEIDELBERG. SLAVISCHES INSTITUT. Mesa redonda “Russian Lessons: Teaching Foreign Languages in the Context of International Conflicts”, Heidelberg, 11-12 jul. 2025. Disponível em: https://www.slav.uni-heidelberg.de/forschung/tagungen/teaching-in-conflict-contexts.html. Acesso em: 30 jul. 2025.

VIGAR, A. C. K.; LOPES SIMÕES, J. A importância da efetivação de políticas públicas para o acesso de migrantes ao ensino de português como língua de acolhimento. Em: SOUZA, R. F. de; COURA-SOBRINHO, J.; DINIZ, M. B. N. P. (Orgs.). Português como língua de acolhimento: práticas e perspectivas. 1. ed. São Paulo: Parábola, 2021. p. 117-129. Disponível em: https://www.sri.cefetmg.br/wp-content/uploads/sites/84/2022/11/Portugues-como-lingua-de-acolhi-Romulo-Francisco-de-Souza-Jero_compressed.pdf#page=13.15. Acesso em: 29 jun. 2024.

ZAP. A tática da Rússia para se apoderar dos imóveis ucranianos em áreas ocupadas. ZAP, Porto, 24 mai. 2026. Disponível em: https://zap.aeiou.pt/russia-toma-imoveis-ucrania-744393. Acesso em: 13 set. 2026.

Downloads

Publicado

2026-11-03

Como Citar

Smirnova Henriques, A., Yermalayeva Franco, V., Villaça, D. L., & Martins, R. (2026). A a organização do curso de português para os deslocados forçados da Ucrânia: temas, abordagens, desafios. Intercâmbio, 56, e78595. https://doi.org/10.23925/2237-759X2024V56e78595