Memórias e histórias: a vivência da temporalidade na construção do ser-travesti

Autores

  • Edmar Henrique Dairell Davi Psicologia. Universidade Federal do Recôncavo da Bahia.
  • Maria Alves de Toledo Bruns Programa de Pós-Graduação em Psicologia, Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto, USP. E

DOI:

https://doi.org/10.23925/2176-901X.2016v19i3p359-385

Palavras-chave:

Travestis, Temporalidade, Envelhecimento.

Resumo

O objetivo deste artigo é investigar como travestis profissionais e ex-profissionais do sexo constroem as demarcações temporais em suas trajetórias de vida. A fim de alcançar este objetivo, entrevistamos dez travestis com idades entre 24 e 62 anos, residentes no interior do Estado de Minas Gerais, Brasil. A partir das entrevistas, chegamos a três categorias: 1. Nos tempos da infância / juventude; 2. Investindo no corpo; 3. Histórias da pista.  Os resultados sugerem que as políticas públicas devem observar como as travestis lidam com as diferenças geracionais e o envelhecimento com o intuito de lhes garantir direitos fundamentais.

 

Biografia do Autor

Edmar Henrique Dairell Davi, Psicologia. Universidade Federal do Recôncavo da Bahia.

Professor Adjunto I na Universidade Federal do Recôncavo da Bahia. Doutor em Psicologia, Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto, USP. Membro Grupo de Pesquisa Sexualidadevida-USP/CNPq.

 

Maria Alves de Toledo Bruns, Programa de Pós-Graduação em Psicologia, Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto, USP. E

Docente e pesquisadora, Programa de Pós-Graduação em Psicologia, Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto, USP. Especialista em Sexualidade. Psicanalista, Líder do Grupo de Pesquisa Sexualidadevida-USP/CNPq.

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Publicado

2016-09-30

Edição

Seção

Artigos