Memórias e histórias: a vivência da temporalidade na construção do ser-travesti

Edmar Henrique Dairell Davi, Maria Alves de Toledo Bruns

Resumo


O objetivo deste artigo é investigar como travestis profissionais e ex-profissionais do sexo constroem as demarcações temporais em suas trajetórias de vida. A fim de alcançar este objetivo, entrevistamos dez travestis com idades entre 24 e 62 anos, residentes no interior do Estado de Minas Gerais, Brasil. A partir das entrevistas, chegamos a três categorias: 1. Nos tempos da infância / juventude; 2. Investindo no corpo; 3. Histórias da pista.  Os resultados sugerem que as políticas públicas devem observar como as travestis lidam com as diferenças geracionais e o envelhecimento com o intuito de lhes garantir direitos fundamentais.

 


Palavras-chave


Travestis; Temporalidade; Envelhecimento.

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ISSN 2176-901X

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