Violência contra o idoso: uma epidemia invisível

Autores

  • Ricardo Nunes Freire Discente do Curso de Pós-Graduação em Saúde do Idoso e Gerontologia, da Faculdade Futura, do Instituto de Ciência, Educação e Tecnologia de Votuporanga. Votuporanga, SP. Graduação em Fonoaudiologia, Universidade Potiguar.
  • Sidney Fagundes Vieira Docente do Curso de Pós-Graduação em Saúde do Idoso e Gerontologia, da Faculdade Futura, do Instituto de Ciência, Educação e Tecnologia de Votuporanga. Votuporanga, SP. Mestre em Educação, PUC-MG.

DOI:

https://doi.org/10.23925/2176-901X.2019v22i1p623-634

Palavras-chave:

Violência ao Idoso, Tipos de Violência contra o Idoso, Redes Protetoras aos Idosos.

Resumo

A população idosa tem crescido nos últimos anos, sendo considerado um fenômeno mundial, e vem ocorrendo tributariamente à queda da taxa de mortalidade, e à diminuição da taxa de natalidade (IBGE, 2015). Em nosso país, no passado, os idosos eram vistos como fonte de sabedoria e respeito; hoje estes têm sido cada vez mais vítimas de violência das mais diversas formas: na forma de falta de acessibilidade, na falta de adaptação dos espaços e objetos a estes, no desprestígio social, quando até mesmo formas mais graves de violência como a física, a psicológica, para não dizer do abandono; muitas vezes, o abandono se dá por parte daqueles que deveriam cuidar e amar de seus velhos, como filhos e parentes. O objetivo deste trabalho é analisar as principais formas de violência cometidas contra o idoso, algumas nem sempre perceptíveis, além de refletir sobre o papel do profissional das redes protetoras, suas qualidades e limitações, além de oferecer meios ao profissional para prevenir a violência e ajudar o idoso que tenha sido vítima da violência. Órgãos e documentos, como o Estatuto ao Idoso (Lei n.º 10471 de 01 de outubro de 2003), buscam levar dignidade à população idosa, sendo ainda importante ressaltar, o papel das redes protetoras e os profissionais que acolhem e cuidam dessas pessoas. No entanto, estes mesmos profissionais ainda precisam melhorar sua eficiência, aprender a serem mais próximos e solidários aos que têm sofrido, no sentido de estarem aptos a identificar mais rapidamente o diagnóstico de violência.

 

Biografia do Autor

Ricardo Nunes Freire, Discente do Curso de Pós-Graduação em Saúde do Idoso e Gerontologia, da Faculdade Futura, do Instituto de Ciência, Educação e Tecnologia de Votuporanga. Votuporanga, SP. Graduação em Fonoaudiologia, Universidade Potiguar.

Discente do Curso de Pós-Graduação em Saúde do Idoso e Gerontologia, da Faculdade Futura, do Instituto de Ciência, Educação e Tecnologia de Votuporanga. Votuporanga, SP. Graduação em Fonoaudiologia, Universidade Potiguar.

 

Sidney Fagundes Vieira, Docente do Curso de Pós-Graduação em Saúde do Idoso e Gerontologia, da Faculdade Futura, do Instituto de Ciência, Educação e Tecnologia de Votuporanga. Votuporanga, SP. Mestre em Educação, PUC-MG.

Docente do Curso de Pós-Graduação em Saúde do Idoso e Gerontologia, da Faculdade Futura, do Instituto de Ciência, Educação e Tecnologia de Votuporanga. Votuporanga, SP. Mestre em Educação, PUC-MG.

 

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Publicado

2019-03-30

Edição

Seção

Artigos