De la Torsión de una falla necesaria a una proposición ética
Función operativa de la lectoescritura de lo Real
DOI:
https://doi.org/10.23925/lf.v18i01.76530Palabras clave:
Etica del Psicoanálisis, incompletud lógica, formalización, texto-clínico, das DingResumen
Al sostener la práctica psicoanalítica como una teoría orientada a partir de lo real, Lacan establece el estatuto del inconsciente a partir de una ética que no se clausura en contenidos normativos preestablecidos. Esto implica una reflexión necesaria sobre la verdad, de tal modo que podamos sostener una indeterminación sin caer en un subjetivismo ni en un relativismo. Al poner en escena el texto clínico como una construcción que debe instituirse a partir de la posición del analista, reconocemos, por otra parte, la imposibilidad de afirmar una posición totalizante o universalizante que supondría una metalengua. Para avanzar en esta dirección, este trabajo apuesta por la función operativa de una posición dentro del discurso capaz de producir una torsión necesaria en una estructura lógica, que pasa a ser reconocible en su formalización en la medida en que nos permite hacer uso de las herramientas discursivas sin caer ni en un relativismo ni en una perspectiva puramente formal. Después de todo, la estructura no se reduce a la forma.
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