Revendo o uso de dados do IBGE para pesquisa e planejamento territorial: reflexões quanto à classificação da situação urbana e rural

Autores

  • Caroline Krobath Luz Pera Pontifícia Universidade Católica de Campinas
  • Laura Machado de Mello Bueno Pontifícia Universidade Católica de Campinas

Palavras-chave:

variável “situação do setor censitário”, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, dicotomia urbano-rural, planejamento da expansão urbana

Resumo

Este artigo discute a classificação dos setores censitários, segundo sua situação urbana ou rural, propostos pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. São exploradas as contribuições que esta classificação traz para o planejamento urbano, pontuando os limites e possibilidades da utilização desses dados para mapeamento da expansão urbana contemporânea e na estruturação do território além da dicotomia urbano-rural. Pontuou-se a necessidade dos usuários das informações censitárias conhecerem o método utilizado pelo Instituto para construção das bases cartográficas utilizadas durante a coleta, assim como refletir como dados do IBGE podem ser utilizados na construção de políticas públicas, destacando a relevância das informações coletadas e frisando o papel dos municípios em iniciativas para elaborar bases aprimoradas para melhores resultados no próximo censo.

Biografia do Autor

Caroline Krobath Luz Pera, Pontifícia Universidade Católica de Campinas

Arquiteta Urbanista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas.Mestre pelo Programa de Pós-graduação em Urbanismo da Pontifícia Universidade Católica de Campinas.

Laura Machado de Mello Bueno, Pontifícia Universidade Católica de Campinas

Arquiteta Urbanista formada pela Universidade de São Paulo. Mestre e Doutora pelo Programa de Pós-graduação em Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo.

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Publicado

2016-10-28