Metrópole e forma urbana: entre a dialética negativa e a utopia

Autores

DOI:

https://doi.org/10.1590/2236-9996.2021-5113

Palavras-chave:

individualidade, metrópole, urbano, dialética, utopia

Resumo

Este artigo parte da discussão sobre a individualidade moderna sob perspectivas diversas, como as de Cacciari, Adorno e Horkheimer, para, assim, compreender a constituição da psicologia da sociedade de massas, pautada na produtividade e na utilidade, de maneira inter-relacionada e, até mesmo, imanente à própria metrópole. Busca-se, então, um contraponto, por meio da dialética, da forma urbana e da utopia propostas por Lefebvre, de modo a lançar luz sobre a seguinte questão: se a dialética negativa nos ampara ao questionar a identidade entre sujeito e objeto, teoria e prática, o confrontamento com a perspectiva dialética lefebvriana problematiza os limites do próprio pensamento e parece apontar para a utopia concreta como horizonte capaz de alimentar o espaço diferencial e o devir.

Biografia do Autor

Carolina Akemi Martins Morita, Universidade de São Paulo

Arquiteta e urbanista (IAU-USP) e mestre em Teoria e História da Arquitetura e do Urbanismo (IAU-USP). Atualmente, doutoranda em História e Fundamentos da Arquitetura e do Urbanismo (FAU-USP) e graduanda em Filosofia (FFLCH-USP). Professora do curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Anhembi Morumbi e da Escola da Cidade.

Downloads

Publicado

2021-05-20

Edição

Seção

Artigos Complementares