Apropriação e expropriação das terras indígenas na cidade de São Paulo

Autores

  • Robson Silva Oliveira Universidade do Vale do Paraíba, Faculdade Educação e Artes, Programa de Pós-Graduação em Planejamento Urbano e Regional, São José dos Campos, SP/Brasil. https://orcid.org/0000-0002-0239-9233
  • Valéria Regina Zanetti Universidade do Vale do Paraíba, Faculdade Educação e Artes, Programa de Pós-Graduação em Planejamento Urbano e Regional. São José dos Campos, SP/Brasil. https://orcid.org/0000-0003-2968-9342
  • Maria Aparecida Chaves Ribeiro Papali Universidade do Vale do Paraíba, Faculdade Educação e Artes, Programa de Pós-Graduação em Planejamento Urbano e Regional. São José dos Campos, SP/Brasil. https://orcid.org/0000-0002-8234-4266

DOI:

https://doi.org/10.1590/2236-9996.2022-5510

Palavras-chave:

Planejamento Urbano, Periferização, Expropriação, Povos Indígenas, São Paulo

Resumo

São Paulo é o quarto município com maior presença dos povos indígenas no Brasil. Neste artigo relacionamos o processo de crescimento da cidade de São Paulo com a situação histórica dos povos indígenas dessa cidade. Temos como foco a incorporação dos indígenas no processo colonizador, a partir da expropriação de suas terras, para garantir a ocupação e o avanço da posse do território colonial. Por fim, analisamos o processo de periferização desses povos como sintoma histórico, que surge também com um instrumento da ação estatal para o desenvolvimento da cidade e de seus aparelhos urbanos. Esta análise é feita por meio de uma revisão bibliográfica de autores clássicos e contemporâneos e dos relatórios que abordam o tema.

Publicado

2022-08-22