Contraplanos e planejamento radical como meio ao direito à cidade
Palavras-chave:
direito à cidade, planejamento radical, planejamento insurgente, contraplanos, plano popularResumo
O objetivo do artigo é refletir sobre a delimitação de contraplanos orientados pelo ideário do planejamento radical na criação de momentos do direito à cidade, em contexto da cidade neoliberal desde o sul global. Explora-se de forma crítica a experiência de planejamento insurgente/radical de Porto Alegre - os Planos Populares de Ação Regional. O método aplicado se baseia na pesquisa-ação participativa. Propõe-se a prática do planejamento urbano sob outra perspectiva, negando as armadilhas da racionalidade, da consolidação de uma cidade ideal sob os olhos dos encastelados no saber técnico sob o amparo do estado. A partir desse posicionamento é possível entender o espaço concebido como produtor do direito à cidade, desde a adoção da racionalidade dialética entre o concebido-percebido-vivido.
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