Regime de acumulação e configuração do território no Brasil

Lúcia Cony Faria Cidade, Glória Maria Vargas, Sérgio Ulisses Silva Jatobá

Resumo


No quadro cíclico de crise e recuperação da economia capitalista ao longo do século XX, a criação de um mercado mundial pressupunha uma relativa autonomia territorial dos Estados nacionais. Durante a acumulação intensiva, os espaços nacionais tendiam a apresentar sistemas urbanos hierárquicos, áreas polarizadas e, freqüentemente, desenvolvimento desigual. Com a reestruturação da economia mundial em direção à acumulação flexível, algumas das regularidades começaram a se modificar. Houve conseqüências sobre o desenvolvimento econômico e sobre a dinâmica espacial de diferentes países, como a intensificação do papel das redes. O texto busca compreender em que medida diferentes regimes de acumulação condicionam diferentes formas de configuração territorial. A análise toma o cenário internacional como contexto geral para processos históricos do desenvolvimento espacial brasileiro.

Palavras-chave


regime de acumulação; território; região; desenvolvimento territorial; desenvolvimento regional; desenvolvimento espacial brasileiro

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DOI: https://doi.org/10.1590/8634

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