A nova cartografia mundial: as “muralhas nacionais” frente ao “capital sem pátria” e aos “cidadãos do mundo”
DOI :
https://doi.org/10.23925/1982-4807.2011i9p%25pMots-clés :
globalização, neoliberalismo, Estado, sociedade civil global, sistema internacionalRésumé
O artigo analisa os impactos que os processos de globalização exercem sobre a configuração do sistema internacional. Apontam-se inicialmente os vínculos do Estado Nacional com as categorias de soberania e de nação, que demarcaram as fronteiras estatais (as “muralhas nacionais”). Depois, examinam-se as forças sociopolíticas (representadas pelos “cidadãos do mundo” e pelas Organizações Internacionais), e as forças econômicas (o “capital sem pátria”) que ultrapassam e remodelam as fronteiras dos Estados para, no final, analisar os efeitos desses processos globalizantes sobre a configuração estatal e, consequentemente, sobre o sistema internacional. Argumenta-se que os espaços sociais, antes limitados por fortalezas feudais e muros nacionais, passam agora por ampla reconversão, mas que não obstante a ascensão do fenômeno da desterritorialização e da mitigação da soberania estatal, os Estados ainda devem persistir no cenário político internacional no longo prazo.Statistiques
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Tessarolo, E. M. (2013). A nova cartografia mundial: as “muralhas nacionais” frente ao “capital sem pátria” e aos “cidadãos do mundo”. Ponto-e-Vírgula, (9). https://doi.org/10.23925/1982-4807.2011i9p%p
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© Ponto-e-Vírgula : Revista de Ciências Sociais 1969

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