Juventude do campo e migração: escolarização, resistência e expansão do agronegócio
DOI :
https://doi.org/10.23925/1982-4807.2015i18p%25pMots-clés :
Juventude, Educação do Campo, migração campo-cidade, agronegócioRésumé
Este artigo é fruto da pesquisa de mestrado que analisou trajetórias de jovens filhos de assentados rurais egressos do Curso de Ensino Médio Técnico em Agroecologia da Escola 25 de Maio, localizada no Assentamento Vitória da Conquista, Fraiburgo (SC). Para o levantamento dos dados foram analisados documentos da escola, questionário aplicado aos egressos de uma das turmas e entrevistas semiestruturadas com quatro egressos. O objetivo da pesquisa foi analisar as trajetórias de jovens que vivenciam uma experiência de educação inserida em processo de resistência organizada no campo e luta pela democratização do conhecimento e as contradições enfrentadas para permanecer no campo, atuar como técnico em agroecologia e dar continuidade aos estudos diante do contexto adverso de expansão do agronegócio. Nos ajudaram na análise os autores: Linhares e Silva (1999) para a contextualização da questão agrária no Brasil e Castro (2009) para a interpretação dos processos migratórios da juventude do campo. A análise dos dados nos permite inferir que a falta de um conjunto de políticas públicas que caracterizam processos de Reforma Agrária contribui para que os jovens enfrentem barreiras para construir seus projetos de vida no campo mesmo desejando fazê-lo.Statistiques
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Publié-e
2016-10-04
Comment citer
Kuhn, A. (2016). Juventude do campo e migração: escolarização, resistência e expansão do agronegócio. Ponto-e-Vírgula, (18). https://doi.org/10.23925/1982-4807.2015i18p%p
Numéro
Rubrique
Dossiê Imigração
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© Ponto-e-Vírgula : Revista de Ciências Sociais 2016

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