(Re)Interpretando Circe
do mito ao curta-metragem Skin & Bone (2022), de Eli Powers
DOI:
https://doi.org/10.23925/1677-1222.2025vol25i1a6Palavras-chave:
Circe, folk horror, identidade, mito, Skin & BoneResumo
Este artigo analisa como o curta-metragem Skin & Bone (2022), dirigido por Eli Powers, reinterpreta o mito de Circe em contexto contemporâneo de folk horror. A argumentação estrutura-se em três blocos temáticos principais: (i) a relevância do pensamento mítico como base simbólica, (ii) os aspectos culturais e simbólicos do mito de Circe na Grécia Antiga, e (iii) a ressignificação desses elementos no curta-metragem em questão. Circe, a feiticeira descrita em A Odisséia, personifica a dualidade entre o humano e o bestial, o criador e o destrutivo. Serene, a protagonista do curta, reflete a faceta destrutiva de Circe, que expõe as fragilidades humanas e questiona os limites entre humano e inumano. O estudo evidencia como Skin & Bone reinterpreta o mito, abordando a humanidade como um processo em disputa constante, evocando reflexões sobre isolamento, fragilidade e poder. Como conclusão, o filme reafirma a relevância de Circe enquanto arquétipo universal, ressignificando questões éticas, sociais e existenciais em diferentes contextos históricos e culturais.
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SKIN & BONE. Direção: Eli Powers. Estados Unidos: Alter, 2022. 17 min. Curta-metragem. Disponível em: https://youtu.be/illWLEB0vok?si=65Kr0Uxq3hEHLytr. Acesso em: 25 dez. 2024.
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