Razões do encolhimento espírita e do crescimento umbandista no censo de 2022

Autores

DOI:

https://doi.org/10.23925/1677-1222.2026vol26i2a2

Palavras-chave:

espiritismo, religiões afro-brasileiras, umbanda, censos demográficos, religiões mediúnicas

Resumo

Após quase triplicar de tamanho, desde quando começou a ser dimensionado entre 1980 e 2010, o segmento espírita brasileiro diminuiu no censo de 2022.  No outro espectro, o contingente de adeptos dos cultos afro-brasileiros percorreu o caminho oposto, caindo à metade entre 1991 e 2010, mas triplicando de tamanho no último recenseamento. Como parte deste, a umbanda parece estar em ascensão ou recuperação demográfica. Há dados objetivos que conectam a redução espírita ao crescimento afro-brasileiro. Os prováveis fatores explicativos, tanto para o encolhimento espírita quanto para o crescimento afro-brasileiro, são analisados no presente artigo, elaborado com base em dados de pesquisa de campo, consulta sistemática à literatura concernente e avaliação dos dados quantitativos disponíveis.

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Biografia do Autor

André Ricardo de Souza, Universidade Federal de São Carlos

Doutor em sociologia e professor do Departamento de Sociologia da UFSCar

Bryan Henrique Pinto, Universidade Federal de São Carlos (UFSCar)

Mestre e doutorando em sociologia pela Universidade Federal de São Carlos. É integrante do Núcleo de Estudos de Religião, Economia e Política (NEREP). 

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Publicado

2026-10-30

Como Citar

Souza, A. R. de, & Pinto, B. H. (2026). Razões do encolhimento espírita e do crescimento umbandista no censo de 2022. REVER: Revista De Estudos Da Religião, 26(2), 05–20. https://doi.org/10.23925/1677-1222.2026vol26i2a2

Edição

Seção

Seção temática 2/2026: Questões desafiadoras na realidade religiosa brasileira