A era da decisão assistida

o papel da inteligência artificial generativa

Autores

DOI:

https://doi.org/10.23925/1984-3585.2026i33p53-72

Palavras-chave:

Redes neurais, inteligência artificial generativa, arge language model, inteligência artificial, decisões, ética

Resumo

A influência da inteligência artificial (IA) na tomada de decisão humana é uma realidade estabelecida, moldando escolhas desde o entretenimento até o consumo. Com a inteligência artificial generativa (IAGen), o cenário evolui: o foco passa de prever para gerar novas opções em tempo real, redefinindo o processo criativo e decisório de profissionais e consumidores. Contudo, essa assistência não é neutra. Modelos de IA, treinados em vastos dados, frequentemente perpetuam vieses e lógicas comerciais. Assim, sugestões aparentemente pessoais podem ser caminhos direcionados por algoritmos, exigindo debates críticos sobre ética. Este artigo analisa o papel da IAGen na decisão, contrastando eficiência algorítmica e racionalidade humana. Discute-se a necessidade de um novo conceito de autonomia e literacia digital para a “Era da decisão assistida”. É imperativo capacitar usuários a questionar recomendações tecnológicas. A verdadeira autonomia não reside em ignorar a IA, mas em reconhecê-la com discernimento. Afinal, embora a ferramenta expanda opções, a responsabilidade final pela escolha deve permanecer inerentemente humana.

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Biografia do Autor

Thiago Mesquita Rolemberg

Mestre em Engenharia Elétrica com ênfase em computação, pela Universidade Presbiteriana
Mackenzie. E-mail: trolemberg@gmail.com. ORCID: 0000-0001-5975-5326.

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Publicado

2026-11-03

Como Citar

Rolemberg, T. M. (2026). A era da decisão assistida: o papel da inteligência artificial generativa. TECCOGS: Revista Digital De Tecnologias Cognitivas, (33), 53–72. https://doi.org/10.23925/1984-3585.2026i33p53-72