A MANIFESTAÇÃO DO NADA FILOSÓFICO NA POÉTICA DE CAMILO PESSANHA

Ezequias da Silva Santos

Resumo


O objetivo deste artigo é trazer à baila a rejeição do mundo e da existência do pensamento como manifestações do nada filosófico exposto por Heidegger, Sartre e Schopenhauer a partir das ponderações dos críticos literários no tocante ao sentido da negação presente na poesia finissecular.  Nesse processo, procuramos entender o que é o nada filosófico e como ele se manifesta na poesia do grande poeta simbolista Camilo Pessanha. Para tal propósito, iremos analisar alguns poemas de Clepsidra nos ancorando na perspectiva da metafísica que parece ser o fio condutor do pensamento negativo dos poetas no Fin de Siècle


Palavras-chave


Clepsidra; Camilo Pessanha; negação; o nada

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DOI: https://doi.org/10.23925/2316-3267.2019v8i2p202-220

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