Indústria naval brasileira e a crise recente: o caso do Polo Naval e Offshore de Rio Grande (RS)

Ana Paula F. D'Avila, Maria Aparecida Bridi

Resumo


Este artigo analisa a reativação da indústria naval no Brasil na década de 2000 como resultado da política neodesenvolvimentista dos governos Lula e Dilma e que repercutiu imediatamente na criação de empregos e postos de trabalho no setor. A partir da contextualização histórica dessa indústria no Brasil, com os dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais), no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Sindicato Patronal (Sinval), bem como de entrevista com o sindicato dos trabalhadores (Stimmmerg) sobre emprego e sua dinâmica de contratação recente, constatamos que, embora essa atividade seja sazonal, caracterizada pela contratação por projetos (encomendas), a crise do emprego no período de 2015 encontra explicação no quadro político e jurídico que se instalou no Brasil.

Palavras-chave


neodesenvolvimentismo; políticas federais; indústria naval; emprego; crise

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DOI: https://doi.org/10.1590/cm.v19i38.29095

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