Centro funcional de Campo Grande no início do século XXI: centralidade renovada ou periférica?

Cristina Lontra Nacif, Gisele Teixeira Antunes

Resumo


O presente artigo pretende refletir sobre alguns aspectos da reconfiguração socioespacial em processo na zona oeste na metrópole do Rio de Janeiro, área que concentra a maioria das indústrias do município, com destaque para Campo Grande, centro funcional reconhecido. Vale ressaltar que o bairro está sendo impactado pelas obras de infraestrutura como a do Arco Rodoviário Metropolitano, a expansão do Porto de Itaguaí, simultaneamente com novos lançamentos do mercado imobiliário e implantação de novas indústrias, que juntos criam a expectativa de desenvolvimento socioeconômico na região. Assim, pretendemos apontar, ainda que preliminarmente, se tais investimentos estariam reafirmando e reconfigurando a centralidade de Campo Grande e ao mesmo tempo se estamos diante da alteração ou continuidade do clássico modelo centro-periferia.

Palavras-chave


Campo Grande; centralidade; região metropolitana; zona oeste; centro-periferia

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DOI: https://doi.org/10.1590/5926

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