A clínica grupal com adolescentes e jovens – uma clínica da afetabilidade

Maria Ângela Santa Cruz

Resumo


Neste trabalho realizamos uma reflexão sobre a clínica grupal com adolescentes em situação de extrema vulnerabilidade pessoal, social e existencial, atendidos no Projeto de Atenção à Adolescência e à Juventude em um serviço de saúde mental da cidade de São Paulo: a Clínica Psicológica do Instituto Sedes Sapientiae. Apresentamos nosso modo de trabalho que intervém clinicamente, ao mesmo tempo em que coloca em análise a própria prática, interrogando-se permanentemente sobre as práticas clínicas que são convocadas a se inventar a partir dos encontros singulares com os adolescentes que nos procuram, quando se quer uma clínica que resista à medicalização da existência e ao biopoder. Formulamos a idéia de uma clínica da afecção como aquela que pode resistir no contemporâneo, abrindo outras possibilidades de subjetivação.


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