Uma análise crítica do modelo de crescimento econômico brasileiro da década de 1990

Patrícia F. F. Arienti, Antonio Carlos de Campos

Resumo


Este artigo argumenta que o Plano Real, formulado em face da nova dinâmica internacional, teve como base de sustentação a abertura comercial e a financeira, que terminaram por configurar o tipo de inserção internacional do país. Considerando que tanto a abertura comercial como a financeira aumentaram o déficit em transações correntes, o artigo busca também avaliar a participação o Investimento Direto Estrangeiro (IDE) como forma de financiar esse déficit e garantir um crescimento econômico sustentável. O artigo conclui que o aumento do investimento direto estrangeiro não contribuiu para reduzir a dependência financeira externa, gerando, ao contrário, o aumento nas remessas de lucros e dividendos, sem aumentar o investimento produtivo.

Palavras-chave


globalização; desenvolvimento econômico; Brasil; Plano Real

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