Efeitos distributivos da autocapacidade alimentar no Brasil

César Roberto Leite da Silva, Maria Auxiliadora de Carvalho

Resumo


Este trabalho parte do conceito de segurança alimentar, definido pela FAO, para questionar a opção brasileira pela autocapacidade alimentar. Essa opção representa maiores riscos para as famílias mais pobres, que despendem maior proporção de sua renda em alimentos. Foram estimados coeficientes de distribuição das despesas familiares, para antes e depois da abertura comercial, que permitiram identificar queda da proporção dos gastos com alimentos para o conjunto das regiões metropolitanas analisadas. A análise por região mostra expressivas desigualdades quanto à vulnerabilidade às crises de abastecimento alimentar, verificando-se em algumas dessas regiões aumento dos gastos com alimentos na composição das despesas.

Palavras-chave


segurança alimentar; distribuição de renda; política agrícola.

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