Biopolítica do amador: generalização de uma prática, limites de um conceito

André Guimarães Brasil, Cézar Avila Migliorin

Resumo


No atual estágio do capitalismo, as imagens amadoras aparecem como uma produção paradigmática, na medida em que refletem a disputa em torno das práticas subjetivas e afetivas dos consumidores/espectadores, tornados também produtores/colaboradores. O artigo discute o viés biopolítico deste universo de imagens: as estratégias de modulação desenvolvidas pelas empresas e os modos de capitalização da vida que elas engendram. Trata-se, principalmente, de se problematizar o conceito de amador, indicando seus limites diante das práticas contemporâneas.

Palavras-chave


amateur images; capitalism; biopolitics; media; power

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