Do exílio, um futuro 
para o Amazonas.
João Daniel e o aproveitamento das riquezas do rio

Fernando Torres Londoño

Resumo


Este artigo examina o exílio a que foram submetidos os jesuítas, em particular os do Estado do Grão-Pará e Maranhão, a partir de 1757. Identificando três tipos de presença da escrita na elaboração do exílio dos jesuítas, privilegia-se o padre João Daniel e sua obraTesouro descoberto no máximo rio Amazonas, provavelmente escrita nas prisões a que foi submetido de 1759 até sua morte em 1776. Tendo sido escrita à parte das redes de afinidade de sentido às quais se inseriram os jesuítas exilados, o Tesouro apontaria para a elaboração de um diretório de aproveitamento das riquezas do rio, que teria um destinatário presente mas propositalmente omitido.

Palavras-chave


Amazonas, exílio, jesuítas, João Daniel

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