Interpretantes emocionais, energéticos e enteléquios: pragmatismo epistêmico e ético em Ibri, Peirce e Aristóteles

David Dilworth

Resumo


A semiótica ontológica de Peirce retomou o sentido de práxis racional de Aristóteles em seu sentido compartilhado da função de mediação do Interpretante lógico. O artigo está dividido em três partes. A primeira delineia a conceitualização de Ivo Assad Ibri da semiose de Peirce com relação à diferença entre o Interpretante emocional e o lógico, em especial com relação ao primeiro nos modos “degenerados” de fixação de crença e conduta; a segunda parte explica a conceitualização inicial de Peirce daquela doutrina em seu tratamento do “Homem-signo” em “Some Consequences of Four Incapacities” (1968); a terceira parte apresenta a Ética a Nicômaco de Aristóteles como a origem clássica da trajetória principal da semiose de Peirce, ao correlacionar o conceito de teleologia de desenvolvimento de Peirce com o conceito paralelo de caráter disposicional ativo de Aristóteles (hexis) energizado pela média ética (mesotes) como o interpretante pragmatista da conduta.

Palavras-chave


Agapismo; Teleologia de desenvolvimento; Interpretante emocional; Interpretante energético; Hexis; Interpretante lógico; Semeiose; Tiquismo.

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DOI: https://doi.org/10.23925/2316-5278.2019v20i2p304-342

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