Revolução e política externa: os fundamentos e tensões da política externa de Cuba

Marcos Antonio da Silva

Resumo


O presente trabalho procura analisar a política externa cubana após a Revolução (1959) que conduziu ao poder os revolucionários liderados por Fidel Castro. Para tanto, procura demonstrar a interação entre as mudanças internas (em prol do socialismo) e o contexto internacional (Guerra Fria), apresentando os documentos e a estratégia que nortearam a inserção internacional do país. Neste sentido, aponta que tal política foi, basicamente, orientada pela promoção e exportação do modelo revolucionário, conduzido por uma dupla (e tensa) dicotomia entre política formal ou informal e isolamento ou integração.

Palavras-chave


Revolução Cubana; Política Externa; Isolamento; Integração

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