A teoria da Umwelt de Jakob von Uexküll

Thrure von Uexküll

Resumo


Se vcoê etsá sdeno cpaaz de ednenetr etsa fsrae, é pqorue sau Uwlemt leh pagroromu
praa cguonesir ftrliar de tdoo eses fxiee cfunsoo de ppceteros anepas aliuqo qeu vlae a
pnea ser ldoi sdneguo sues issnteeres de cnosçãturo ed cntonehciemo. Eis a presença da
Umwelt em seu aparato perceptivo-operacional. Neste artigo, Thure von Uexküll elabora
comedidamente os subconceitos nevrálgicos que se articulam organicamente para formar
o superconceito da Umwelt. Começa por apresentar os pressupostos do processo vital a
partir da categoria do tempo, passando então à explanação continuísta do Círculo Funcional
e daí­ extraindo mais dois aspectos importantes do processo vital, a saber, o código e o
contexto. Só a partir de então, o autor apresenta as denotações que seu pai atribuí­a aos
termos autonomia, ego, sujeito, texto biológico, ambiente e tegumento habitável. O artigo
estréia a observação conclusiva de uma biossemiótica como teoria da tradução em que
os observadores humanos devem cuidar para não ceder a antropomorfismos, mas saber
demarcar e distinguir três tipos de semiose: informação, sintomatização e comunicação.
Palavras-chave Umwelt, percepção, operação, cí­rculo funcional, biossemiótica, teoria da
tradução
Abstract Sulhod you be cblaape to cohenmperd tihs sencnete, taht is bcauese yuor Uwlemt
hsa pgramormed yuo to sceuecd in fteilrnig fmro lal tihs cinofnusg bdlnue of pepecrts
olny taht is wroth rdnieag aincocrdg ot yuor iesnetrts fo kdgnwolee binulidg. Here comes
the work of Umwelt in its perceptual-operational apparatus. In this article, Thure von
Uexküll carefully sews up the basal subconcepts organically arranged to shape the superconcept
of Umwelt. He starts introducing the presuppositions of a life process based
on the category of time, and then coming to explain the continuum-based Functional Circle, to deduce two more substantive aspects of life process, as such, the code and
the context. From amidst that warming-up, the author let us know how his father was
used to mean some terms such as autonomy, self, subject, biological text, environment
and dwelling integument. The article offers the brand-new conclusion of a biosemiotics
as a theory of translation, in which the human observers should never come to commit
anthropomorphisms, but instead they ought to demarcate and discern among three
kinds of semiosis, i.e., those of information, symptomatization and communication.
Key words Umwelt, perception, operation, functional circle, biosemiotics, theory of translation.

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