Semiose e emergência

Charbel Niño El-Hani, João Queiroz

Resumo


Nosso propósito, neste artigo, é discutir se, e em que sentido, a semiose pode ser
caracterizada como processo “emergente” em sistemas semióticos. Não nos interessa
quando ou como a semiose emergiu no universo. Como um pré-requisito para a própria
formulação desses problemas, estamos interessados em discutir as condições que
devem ser satisfeitas para que a semiose possa ser caracterizada como um processo
emergente. O primeiro passo foi sumarizar a análise sistemática da variedade de teorias
da emergência elaborada por A. Stephan. Ao longo da apresentação, formulamos
questões fundamentais, que precisam ser respondidas para qualificar com precisão os
objetivos teóricos propostos.
Palavras-chave semiose, emergência, estruturalismo hierárquico, C. S. Peirce

Abstract
In this paper, we intend to discuss whether and in what sense semiosis can be
characterised as an “emergent” process in semiotic systems. We are not interested in
knowing when or how semiosis emerged in the universe. Rather, as a requisite for the
very formulation of these problems, we are interested in discussing the conditions that
shall be fulfilled for semiosis to be characterised as an emergent process. The first step
was to summarize A. Stephan’s systematic analysis of the variety of emergence theories.
During the course of the analysis, we pose fundamental questions that need to be
answered in order to qualify our theoretical objectives.
Key words semiosis, emergence, hierarchical structuralism, C. S. Peirce

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