Crise dos afetos: intimidade e cotidiano no cinema e na televisão

Patricia Colmenero Moreira de Alcantara, Fabíola Calazans

Resumo


Em um momento em que a intimidade é tema principal, tanto da programação televisiva quanto das salas de cinema, observa-se uma crise dos afetos, em que o risco de aprisionamentos subjetivos e de reificação se intensificam. Neste artigo, foram analisados dois objetos empíricos que privilegiam a vida cotidiana e a intimidade como tema, perpassando alguns territórios afetivos, entre eles, o filme Uma mulher é uma mulher, de Jean-Luc Godard,e a televisão contemporânea, em especial, o canal brasileiro GNT. Como conclusão,a trajetória do eu parece estar ameaçada pela mercantilização das performances afetivas.


Palavras-chave


intimidade; cotidiano; cinema; televisão; afetos.

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