Achado ultrassonográfico de colo curto em gestações múltiplas

manejo terapêutico

Autores

  • Luiz Lippi Rachkorsky Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Faculdade de Ciências Médicas e da Saúde
  • Carolina Angeli Kalaf Mussi Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Faculdade de Ciências Médicas e da Saúde

Palavras-chave:

Gravidez Múltipla, Gravidez de Gêmeos, Incompetência do Colo do Útero, Medida do Comprimento Cervical, Trabalho de Parto Prematuro, Complicações na Gravidez

Resumo

Introdução: As gestações múltiplas estão associadas a maiores riscos materno fetais quando comparadas às únicas, influenciando negativamente em um aumento da morbiletalidade perinatal, sobretudo em função da prematuridade. O comprimento cervical diminui naturalmente ao longo da gestação e a velocidade com que isso ocorre é proporcional ao número de fetos. Desse modo, a gemelaridade é fator de risco para colo curto. Atualmente, acredita-se que o achado de encurtamento cervical durante a ultrassonografia de segundo trimestre de gestação seja o melhor preditor de desfecho da prematuridade e por isso, seu rastreamento é de extrema relevância no acompanhamento das gestações e na prevenção do parto prematuro. Embora fundamentada a relação entre a medida do colo reduzida e o risco de prematuridade, ainda não há um consenso na literatura sobre o manejo terapêutico em gestações gemelares, sobretudo com uso de progesterona via vaginal, pessário e a realização da cerclagem. Objetivo: O relato propõe a descrever um caso de colo curto em uma primigesta gemelar de 19 anos. Justificativa: Sua relevância científica está em trazer à discussão divergências de posicionamento quanto às condutas frente a essa condição patológica.

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Publicado

2022-10-28

Como Citar

Rachkorsky, L. L., & Mussi, C. A. K. (2022). Achado ultrassonográfico de colo curto em gestações múltiplas: manejo terapêutico. Revista Da Faculdade De Ciências Médicas De Sorocaba, 24(Supl.). Recuperado de https://revistas.pucsp.br/index.php/RFCMS/article/view/59646