Adolescents and the healthy city
perceptions, use of public spaces, and health promotion
DOI:
https://doi.org/10.23925/1984-4840.2026v28a20Keywords:
Adolescent, Healthy City, Green Areas, Community and Leisure CentersAbstract
Objective: To identify the characteristics attributed by adolescents to their city and to analyze the use of facilities in public leisure spaces based on the healthy city concept. Methodology: This cross-sectional, descriptive, mixed-methods study was conducted with 47 adolescents enrolled in a public state high school in Sorocaba, in the interior of São Paulo state, Brazil. Data collection was carried out in two stages, using two instruments: a closed-ended questionnaire and an open-ended questionnaire. Quantitative data were analyzed using descriptive statistics, including absolute and relative frequencies for sociodemographic variables and for the concepts of healthy city, physical activity, leisure, and public policies. Qualitative
data were organized and analyzed by constructing thematic categories and subcategories. Results: Of the participants,
51.06% were male, with a mean age of 16.6 years. Adolescents attributed characteristics related to well-being and quality of life to their city, considering it healthy in the present and projecting a positive outlook for the future. Limited use of public facilities provided by the municipality was observed; however, two spaces were identified as favorite places: shopping malls and cinemas. Conclusion: The study showed that adolescents perceive their city as a healthy place that supports quality of life. Although they report limited use of public facilities, spaces such as parks, bike lanes, and outdoor fitness areas were associated with experiences of leisure, sociability, and well-being, playing a relevant role in health promotion and in the construction of bonds with the urban space.
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