Cronopolíticas
DOI:
https://doi.org/10.23925/2763-700X.2023n6.64720Palavras-chave:
chronopolitique, régime temporel, temps, temporalité, urgenceResumo
Dada a finitude de nossos espaços familiares, quer se trate das prateleiras de uma biblioteca ou de um vagão do metrô, num lugar dado há sempre um limite de preenchimento. A partir de um certo momento, não é possível fazer entrar mais livros, ou mais viajantes. Ora, também sobre a dimensão temporal somos tributários de uma limitação desse gênero. Temos mil coisas para fazer. Como cada uma delas exige um certo tempo, digamos que o tempo nos “falta”. Proponho passar um momento roubado ao Tempo para examinar a diversidade dos princípios possíveis na gestão desse tempo limitado. Quais “cronopolíticas” guiam as pessoas en funçao da sua “filosofia” implícita do Tempo ?
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